A Polícia Federal encaminhou ontem (13) ao Ministério Público de São Paulo as informações do inquérito que apura suposto cometimento de crime de improbidade administrativa por Fernando Haddad (PT) e mais seis pessoas quando o pestista era prefeito de São Paulo, em 2013. As investigações começaram com a delação premiada de Léo Pinheiro, ex-presidente da empreiteira OAS, que afirmou que o então tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, pediu R$ 5 milhões em propina para quitar dívida de campanha de Haddad em troca da manutenção de contrato da empresa com a prefeitura de São Paulo.
A PF ressaltou que é preciso urgência por parte do MP, já que o ocorrido prescreverá ao final de 2021.
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