MUNDO: UNIÃO EUROPEIA FAZ ALERTA E ORIENTA POPULAÇÃO A PREPARAR “KIT SOBREVIVÊNCIA”


A União Europeia recentemente emitiu uma recomendação aos seus cidadãos para que adquiram um "kit de sobrevivência" capaz de sustentar uma pessoa por até 72 horas. Esta medida, que visa preparar a população para possíveis crises inesperadas, tem gerado discussões sobre seus reais motivos e implicações. A recomendação foi apresentada por Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, como parte de uma estratégia mais ampla de segurança e preparação para situações de emergência.

Confira detalhes no vídeo:

O "kit de sobrevivência", segundo as autoridades da União Europeia, seria uma forma de garantir que os cidadãos estejam preparados para lidar com situações de emergência, como desastres naturais ou interrupções nas infraestruturas essenciais. A proposta é que o kit contenha itens básicos, como alimentos não perecíveis, água potável, remédios essenciais, e outros materiais que possam garantir a sobrevivência por um período de 72 horas em caso de necessidade.

No entanto, essa recomendação não foi bem recebida por todos. Críticos argumentam que a divulgação dessa medida tem um caráter alarmista e serve para fomentar o medo entre a população. Para alguns, essa estratégia pode ser vista como uma maneira de justificar um aumento do controle governamental e da imposição de restrições. A ideia de criar um estado de temor coletivo para forçar a aceitação de políticas mais rigorosas é uma teoria defendida por aqueles que questionam as intenções por trás dessa recomendação.

Além disso, o momento da recomendação, no contexto de tensões geopolíticas e econômicas, é interpretado por alguns como uma tentativa de preparar os cidadãos para uma possível escalada de crises. A guerra na Ucrânia, as crescentes preocupações com as mudanças climáticas e as instabilidades econômicas são apontadas como fatores que podem estar por trás dessa sugestão. A União Europeia, acusada de contribuir para o prolongamento do conflito na Ucrânia, é vista por críticos como parte de um processo mais amplo de criação de uma atmosfera de insegurança, que, segundo esses críticos, serviria como um mecanismo para justificar medidas de controle mais rígidas, como o uso de tecnologias digitais de monitoramento e a imposição de políticas de confinamento, como as "cidades de 15 minutos".

Por outro lado, defensores da medida argumentam que a preparação para emergências é uma prática prudente, especialmente em tempos de crescente incerteza global. Para eles, o "kit de sobrevivência" não é apenas uma ferramenta de autossuficiência, mas uma forma de capacitar as pessoas a lidar com crises de forma mais eficiente e independente. A ideia de estar preparado para desastres naturais, cortes de energia ou outros tipos de emergências é vista como uma medida racional e não necessariamente ligada a qualquer tipo de manipulação política.

A ideia do "kit" e a crescente promoção de tecnologias de controle, como carteiras digitais e sistemas de monitoramento, geram discussões sobre a privacidade e os direitos dos cidadãos. O temor de que essas medidas possam ser usadas para aumentar a vigilância e restringir liberdades individuais, especialmente em tempos de crise, continua a ser um tema central no debate europeu.

Com o aumento das tensões internacionais, como a guerra na Ucrânia, e a constante preocupação com o impacto das mudanças climáticas, muitos cidadãos da União Europeia permanecem céticos quanto às intenções por trás dessas recomendações. A crescente desconfiança em relação às políticas da União Europeia e as possíveis implicações para as liberdades individuais tornam este "kit de sobrevivência" um símbolo de um debate mais amplo sobre segurança, controle e a proteção dos direitos fundamentais no contexto de crises globais.

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